O Desemprego subiu 13,7% no Primeiro Trimestre de 2017 e 14,2 Milhões de Brasileiros São Afetados

Essa é a maior taxa anunciada desde 2012, nos últimos 3 anos o número de desempregados quase dobrou

O número de desempregados no Brasil subiu para 14,2 milhões de um aumento de 13,7%, os números foram anunciados, pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, essa é a maior taxa de desocupação desde o ano de 2012, batendo assim um recorde histórico, mas claro que esse recorde não é nem de longe motivo de orgulho para o nosso país, o Brasil vem perdendo postos de trabalho desde o primeiro trimestre de 2014, quando era 6,6 milhões de desempregados. Esse número mais que dobrou até os dias atuais.

“O mercado de trabalho continua a apresentar deterioração. Perdemos mais de 1,8 milhão de postos de trabalho, sendo que cerca de 70% dessa perda foi de empregos com carteira de trabalho assinada”, diz Azeredo.

“Não tem absolutamente nada na Pnad Contínua que mostre uma melhoria no mercado de trabalho, na geração de empregos, ou qualquer tipo de recuperação em qualquer tipo de inserção ou grupamento de atividade”, completa o pesquisador.

A população que está empregada, também bate recorde, é o menor desde o primeiro trimestre de 2012

No mesmo período no número de carteiras assinadas também diminuiu, antes era de 33,4 milhões, hoje há uma queda de -1,8% ou seja 599 mil pessoas,

“Perder postos de trabalho com carteira significa perda de arrecadação da Previdência, perda de acesso ao seguro-desemprego, perda de garantias trabalhistas. Além disso, a carteira de trabalho serve como garantia de acesso ao crédito. A grande notícia que a Pnad Contínua traz neste primeiro semestre do ano é que o mercado continua destruindo postos de trabalho”, disse Azeredo.

Segundo o pesquisador a queda no número de carteira assinada tem relação com essa crise política, que vivemos, uma economia instável, isso desestabiliza o mercado de trabalho.

Em contra partida a área da estética é um ótimo caminho profissional para quem esta procurando uma alternativa. As graduações em estética têm ganhado, um espaço significativo nas universidades brasileiras

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho é muito promissor para a área de estética, as áreas principais são: Estética facial, a corporal e a capilar. Maquiagem é outro segmento específico muito popular. As áreas de atuação também podem ser diversas, como clinicas de estética salões de beleza, clinicas médicas, academias, até mesmo em casa trabalhando por conta, com o número de desemprego crescendo a cada dia, é cada vez mais normal pessoas desistindo de procurar emprego, e começarem a trabalhar por conta, e a área da estética é uma das mais rentáveis e com baixo investimento.

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O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor mundial de produtos de beleza, fica atrás apenas da China e Estados Unidos, segundo os especialistas é que o setor cresça em faturamento pelo menos até 2020.

Um estudo foi realizado pela SPC, para saber quais os gastos que o brasileiro prefere cortar em meio a crise, e por incrível que pareça, o brasileiro corta os gastos com lazer, em vez de cortar com a beleza

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